FAQS 5 | Preparar a Candidatura a partir do Ensino Secundário Estrangeiro

5. Sou aluno do Ensino Secundário Estrangeiro e gostaria de me candidatar via regime geral?

Se reside em Portugal deverá solicitar o Certificado de Equivalência ao ensino secundário português no estabelecimento de ensino secundário (público, particular e cooperativo, ou privado, dotado de autonomia pedagógica para o nível de ensino secundário) da sua zona de residência.

Se não reside em Portugal, e mesmo que tenha nacionalidade portuguesa, deverá enviar o seu pedido à Direção-Geral da Educação (DGE) através de correio registado com aviso de receção, para a seguinte morada: Av. 24 de Julho, n.º 140 – 4.º andar | 1399-025 LISBOA. Consulte toda a documentação necessária aqui.

Se iniciar o processo junto da DGE com o seu diploma final ser-lhe-á emitido, caso cumpra as condições, um certificado de equivalência ao ensino secundário português, final. Se entregou um documento provisório à DGE, apenas será emitido um certificado de equivalência ao ensino secundário português provisório. Para fazer a sua candidatura poderá usar um certificado de equivalência provisório. Contudo, após o início das aulas será necessário apresentar o certificado de equivalência ao ensino secundário português, final.

As candidaturas pagas, mesmos que incompletas, constarão sempre nas pautas. Em caso de não admissão por falta de notas transitará automáticamente para a fase seguinte, se existente. Se possui notas de diplomas com resultados para além da data limite de candidaturas, por exemplo, A Levels, envie os documentos para admissions.lisboa@ucp.pt.

Consulte no calendário a data limite para a entrega destes documentos.

Nestes casos será admitido desde que tenha uma nota de candidatura igual ou superior à do último colocado na fase a que se candidatou.

Consulte o resumo dos principais exames estrangeiros que podem substituir as provas de ingresso aqui.

Caso pretenda usar como substituição de prova de ingresso um exame originário de países para os quais não exista previsão na legislação portuguesa, deverá também entregar os conteúdos programáticos do exame nacional e terminal da disciplina em análise, bem como um documento comprovativo emitido pelos serviços de educação do país atestando que o exame dessa disciplina tem carácter nacional ou tem reconhecimento nacional, bem como indicando a escala de classificação do exame e quais as classificações mínima e máxima positivas.

Sim, em certas situações isso poderá ser possível, embora seja sempre necessário entregar o certificado de equivalência ao ensino secundário português para concluir o processo de admissão.

Contacte a sua Faculdade para avaliar se o seu caso é enquadrável.

Para efeitos de candidatura apenas terá de submeter na plataforma os documentos em formato digital. No entanto terá que fazer prova dos originais junto da Secretaria Escolar (edifício da Biblioteca, piso 0, no horário das 9h-18h) quando as aulas iniciarem.

Caso não venha apresentar os seus originais, poderá ficar com a matrícula anulada.

Em princípio não. Terá que se candidatar através do concurso "Estatuto Estudante Internacional", cujos requisitos e exceções pode consultar aqui.

Para efeitos de média do secundário o candidato tem de usar a nota constante no certificado de equivalência.

Os estudantes titulares de cursos de ensino secundário estrangeiro podem realizar e utilizar os exames finais nacionais portugueses, tendo a possibilidade de combinar notas de exames estrangeiros com notas dos exames portugueses, quando o candidato demonstra que está a utilizar o exame português porque não tem o correspondente exame homólogo estrangeiro para substituir a prova de ingresso, ou porque não o realizou ou porque não obteve no mesmo a classificação mínima exigida pela faculdade.

Por exemplo, se a faculdade exige o mínimo de 140 pontos numa prova de ingresso e o candidato só tem 120 pontos no exame estrangeiro, neste caso o candidato pode usar a nota do exame nacional português pois só assim será elegível para seriação.

Caso o candidato opte por fazer exames nacionais para provas que também tem no seu diploma estrangeiro, não poderá misturar provas dos dois diplomas, mas apenas usar o conjunto de provas de um dos diplomas, devendo optar por aquele que maximize a nota de candidatura.

Deve confirmar, junto da DGE, se tem condições para ter um certificado de equivalência ao ensino secundário português, e obter o mesmo.

Não tendo realizado exames de acesso ao ensino superior no estrangeiro, terá de realizar exames nacionais em Portugal para poder usar como provas de ingresso.

O candidato tem duas opções:

a) realizar os exames nacionais em Portugal exigidos para o curso a que se pretende candidatar;

b) realizar os exames finais, de acordo com o seu diploma, das disciplinas que lhe faltam mesmo que não as tenha frequentado durante o secundário.

Sim, quando os documentos a apresentar tenham sido emitidos noutro país (fora de Portugal), deverão os mesmos ser legalizados/autenticados, consoante o país, em:

a) embaixadas ou serviços consulares de Portugal no país estrangeiro a que a habilitação diz respeito;

b) embaixadas ou serviços consulares dos países estrangeiros (onde foram obtidas as habilitações) em Portugal (informe-se previamente junto da mesma sobre se existe esta opção);

c) no país de origem, para os países que aderiram à Convenção de Haia, de 5 de outubro de 1961, ratificada pelo Decreto-Lei n.º 48450, publicado no Diário do Governo, 1.ª série, n.º 148, de 24 de junho de 1968;

d) Nos países onde não existe representação diplomática portuguesa ou que não aderiram à Apostila da Convenção de Haia, a legalização/autenticação será efetuada, consoante os casos, pela entidade oficial do país de origem competente para efeito (p. ex.: Ministério dos Negócios Estrangeiros, Ministério da Justiça).
 

Quando os documentos a apresentar se encontrem redigidos em língua estrangeira, deve ser entregue a respetiva tradução para português, efetuada nos termos previstos na lei notarial. 

Não. A Apostila não tem prazo de validade.