Céline Abecassis-Moedas: "O novo mapa de vida de Stanford"
No mês passado, tive a honra de me juntar ao grupo de Embaixadores do Stanford Center on Longevity, que reúne 15 profissionais e académicos de várias partes do mundo (Canada, EUA, França, Índia, Itália, Reino Unido… e Portugal). Cada um de nós dedica-se a uma dimensão específica da longevidade, investigando como esta pode transformar as diferentes fases da vida. O nosso trabalho tem como base o Novo Mapa da Vida de Stanford, uma visão inovadora que revela o impacto e as oportunidades que a longevidade pode proporcionar em cada etapa do percurso da vida.
Com a expectativa de vida prestes a atingir os 100 anos, o Stanford Center on Longevity apresenta uma visão audaciosa para que as sociedades e os negócios possam capitalizar os benefícios de uma população em envelhecimento. Em vez de considerar o envelhecimento demográfico uma crise, o relatório “New Map of Life” (Novo Mapa de Vida) recomenda uma abordagem que vê o aumento da longevidade como uma oportunidade para reimaginar os pilares de educação, trabalho e reforma, de forma a integrar flexibilidade e resiliência ao longo da vida.
Nota: Este conteúdo é exclusivo dos assinantes do Observador de 8 de novembro de 2024.
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