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Céline Abecassis-Moedas: "O novo mapa de vida de Stanford"

No mês passado, tive a honra de me juntar ao grupo de Embaixadores do Stanford Center on Longevity, que reúne 15 profissionais e académicos de várias partes do mundo (Canada, EUA, França, Índia, Itália, Reino Unido… e Portugal). Cada um de nós dedica-se a uma dimensão específica da longevidade, investigando como esta pode transformar as diferentes fases da vida. O nosso trabalho tem como base o Novo Mapa da Vida de Stanford, uma visão inovadora que revela o impacto e as oportunidades que a longevidade pode proporcionar em cada etapa do percurso da vida.

Com a expectativa de vida prestes a atingir os 100 anos, o Stanford Center on Longevity apresenta uma visão audaciosa para que as sociedades e os negócios possam capitalizar os benefícios de uma população em envelhecimento. Em vez de considerar o envelhecimento demográfico uma crise, o relatório “New Map of Life” (Novo Mapa de Vida) recomenda uma abordagem que vê o aumento da longevidade como uma oportunidade para reimaginar os pilares de educação, trabalho e reforma, de forma a integrar flexibilidade e resiliência ao longo da vida.

Nota: Este conteúdo é exclusivo dos assinantes do Observador de 8 de novembro de 2024.

Duarte Afonso Silva: "Os líderes criam equipas (in)dependentes"

Muitos líderes queixam-se de que as suas equipas são dependentes de si. Referem não saber exatamente como promover autonomia, ainda que tenham feito algumas tentativas. No fundo, a realidade é que muitos líderes criam culturas de dependência.

Edwin Hollander, psicólogo social e organizacional que faleceu em 2020, dedicou-se a estudar os fenómenos da liderança, sobretudo de um ponto de vista grupal, e nas organizações.

Num estudo que desenvolveu, foi selecionado um líder que atuava de forma diferente perante grupos distintos. Numas equipas, o líder assumia um estilo inclusivo, incentivando a partilha de ideias e a responsabilização conjunta. Noutras, o líder optava por uma abordagem mais autoritária, dando instruções diretas.

Artigo completo disponível na Renascença.

Dois Executive MBA portugueses nos 100 melhores do mundo este ano

O Financial Times Executive MBA Ranking (EMBA) 2024 FT EMBA 2024, cujos resultados são divulgados esta segunda-feira, 14 de outubro, consolida dois nomes portugueses nas suas fileiras: Executive MBA do The Lisbon MBA Católica|Nova e Executive Master in Business Administration (EMBA) do Iscte Executive Education.

O The Lisbon MBA Católica|Nova regista uma subida de 14 posições e ascende à 49ª posição no ranking mundial, entrando pela primeira vez no Top 50. O Executive Master in Business Administration (EMBA) do Iscte Executive Education sobe oito posições relativamente a 2023 e está em 92º

O EMBA FT 2024 contempla programas de perto de três dúzias de países, alguns dos quais em parceria. O CEIBS Global EMBA da China Europe International Business School (CEIBS) é o primeiro da lista mundial e o da ESCP Business School, ministrado em Paris, Londres, Berlin, Madrid e Tum é segundo e primeiro na Europa, continente dominante nesta categoria de formação.

Artigo completo disponível no Jornal Económico.

Nobel da Economia: Instituições de qualidade criam prosperidade (e não o contrário)

É a riqueza de um país que dá origem a instituições políticas, sociais e económicas de qualidade ou, pelo contrário, são as boas instituições que geram prosperidade? A investigação de Daron Acemoglu, Simon Johnson e James A. Robinson concluiu que a razão está na segunda hipótese, e que há uma relação de causa-efeito entre o que chamam de “instituições inclusivas” e a riqueza gerada por uma nação. A estas contrapõem as “instituições extrativas”, em que uma elite explora os recursos e a população e sentencia o país à pobreza.

(...)

Também João César das Neves, professor de Economia da Católica Lisbon School of Business & Economics elogia a investigação dos galardoados. “Trata-se de um trabalho com grande valor. A principal questão analisada é o impacto das instituições sociais no crescimento económico, com o resultado fundamental que a democracia e outros regimes ‘inclusivos’ são muito mais eficazes no desenvolvimento do que os regimes ‘extrativos’. Mas estes economistas, usando sobretudo os dados das várias realidades históricas coloniais como experiências naturais, conseguiram encontrar uma teoria que relaciona as condições físicas das regiões (doenças, clima, etc.) com cada tipo de sistema.”

Artigo completo disponível no Diário de Notícias.

Católica estima forte aceleração do PIB no fim de 2024

Os economistas da Católica estimam que a economia portuguesa tenha acelerado no último trimestre de 2024, crescendo 1% entre outubro e dezembro face aos três meses anteriores. Se se confirmar, PIB terá crescido 1,7% no conjunto do ano, menos do que o esperado pelo Governo.

Ou seja, a estimativa da Católica aponta para quatro principais conclusões. A primeira, é que a economia, como é habitual e era esperado pelos economistas, acelerou no final do ano. No terceiro trimestre do ano passado, o PIB cresceu apenas 0,2% em cadeia, escapando por pouco à estagnação.

No entanto, aponta o NECEP, esta forte aceleração não será suficiente para que o Governo atinja a sua meta de crescimento para o conjunto de 2024. O Ministério das Finanças de Joaquim Miranda Sarmento estimava, no relatório que acompanha o Orçamento do Estado (OE) para este ano, um crescimento de 1,8% do PIB em 2024. Pelas contas da Católica, deverá ficar aquém, tal como o Negócios escreveu. O NECEP aponta a diferença em 0,1 pontos percentuais.

Artigo em completo disponível no jornal de Negócios.

Tânia Sousa: "A Formação tornar-se-á mais humana ou mais automatizada?"

Na atualidade, encontramos de forma massificada soluções formativas online altamente padronizadas, em que as escolas oferecem programas de formação em e-learning, num formato "one size fits all". Isto obriga a uma reflexão sobre como recuperar a dimensão mais humana da formação.O apelo ao contacto interpessoal e às experiências formativas transformadoras "face-to-face" voltam a ganhar relevância à medida que as organizações e os seus colaboradores procuram soluções que realmente impactem as suas vidas e carreiras.

A transformação digital acelerada pela pandemia e pelos confinamentos revolucionaram o acesso à formação. Escolas e empresas por todo o mundo democratizaram o conhecimento através de plataformas de ensino à distância e recorrendo a ferramentas de Learning Management System (LMS) com conteúdos disponíveis 24 horas/7 dias por semana, permitindo que milhões de pessoas tivessem acesso a conhecimentos que antes se reservam àqueles que podiam deslocar-se para viver uma experiência formativa in loco.

Artigo completo disponível na Renascença online.

Paulo Cardoso do Amaral: "A SWIFT à procura de soluções para a tokenização de títulos financeiros"

A SWIFT anunciou recentemente o começo de toda uma linha de evolução com títulos financeiros tokenizados, e isto já em 2025. É uma jogada estratégica extremamente interessante.

No que diz respeito à integração dos serviços financeiros dos diferentes espaços geopolíticos, os serviços da SWIFT são indiscutivelmente dos mais utilizados em todo o mundo. Não são, no entanto, os únicos, pois a China também oferece uma alternativa na sua própria moeda (CIPS – Cross-Border Interbank Payment System) presente em 117 países, porém com uma dimensão económica cerca de cinco vezes menor que a SWIFT.

Nota: Este conteúdo é exclusivo dos assinantes do Observador do dia 31 de janeiro de 2025.

Técnico, Nova SBE e Católica-Lisbon impulsionam inovação com a Fábrica de Unicórnios

Com o objetivo de impulsionar o empreendedorismo jovem, o Instituto Superior Técnico, Universidade Católica de Lisboa, a Nova SBE, conjuntamente com a London School of Economics e a Hudson Lab Ventures, uniram-se para participar no Future Innovators Program.

Trata-se de uma iniciativa da Unicorn Factory Lisboa destinada a alunos universitários, de qualquer área e nacionalidade, e com foco no empreendedorismo universitário, que ao longo de nove meses se divide em três fases.

A Academia Digital marca o início do Future Innovators Program, preparando os estudantes universitários para o mundo do empreendedorismo. Durante cerca de três meses, os participantes terão acesso a uma plataforma online na qual poderão desenvolver competências empreendedoras, através de sessões lecionadas pelas universidades parceiras, histórias reais de mais de 20 founders e investidores e uma biblioteca de case studies, artigos e podcasts.

Artigo completo disponível na Link to Leaders.