Luís Janeiro: "Os “apagões” na escolha do aeroporto de Lisboa"
1 – A linha vermelha no aumento da capacidade aeroportuária de Lisboa
A implementação dos grandes aeroportos de raiz continua a ser de iniciativa pública pelo risco inerente; contudo, já a gestão dos aeroportos é hoje tendencialmente privada, o caso de Lisboa desde 2012. Assim, o aumento da capacidade de Lisboa cai no âmbito de uma concessão em curso em vez da autonomia pública que Portugal vendeu por 50 anos à VINCI por mais de três mil milhões de euros.
1.1 - A escolha em Lisboa tem de enquadrar-se na política das concessionárias privadas
A VINCI-airports, hoje a maior empresa de capitais privados em número de passageiros, já gere mais de 70 aeroportos, todos eles infraestruturas existentes que podem ou não ser ampliadas, o que significa que, na esfera da concessão em Lisboa (75km), só existem duas localizações nestas condições, a Base Aérea (BA) do Montijo (operacional) e a BA Alverca, hoje só apoio à fábrica aeronáutica OGMA-Embraer.
Artigo completo disponível na Renascença.
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